Queloide na orelha e no pescoçotratamento combinado para reduzir a chance de voltar
O queloide de orelha, muitas vezes causado por piercing ou furo de brinco, é um dos mais comuns. O tratamento exige cirurgia bem planejada e terapias associadas para diminuir o risco de recidiva.
- Queloide de lóbulo, hélice e retroauricular
- Queloides de pescoço e nuca
- Cirurgia associada a infiltração e compressão
- Acompanhamento de longo prazo

Por que a orelha é tão afetada
O lóbulo e a cartilagem da orelha são áreas com muita tensão e poucas camadas de proteção, e recebem furos para brincos e piercings. Em pessoas com predisposição genética, qualquer agressão pode desencadear um queloide, uma cicatriz que cresce além do local da lesão, endurece e pode doer ou coçar. O pescoço e a nuca também são locais frequentes, após acne ou pequenos traumas.
O queloide não é perigoso à saúde, mas é desconfortável e esteticamente marcante. A cirurgia isolada tem alto risco de recidiva, por isso o plano combina a retirada com tratamentos para controle da cicatrização. Veja cicatrizes e queloides e o artigo queloide tem cura?.
Procure avaliação se...
- Surgiu uma bola dura após furo de brinco ou piercing
- O queloide cresce, coça ou dói
- Há histórico familiar de queloide
- O queloide incomoda esteticamente ou impede o uso de brincos
Como tratamos
A combinação de métodos reduz a chance de o queloide voltar.
Retirada cirúrgica planejada
Excisão com fechamento sem tensão, preservando o contorno da orelha.
Infiltração de corticoide
Aplicada durante e depois da cirurgia, para controlar a cicatrização.
Compressão
Uso de dispositivos de pressão (como brincos de compressão) por meses.
Outras terapias complementares
Silicone, laser e, em casos selecionados, outras modalidades, definidas na consulta.
Como é a recuperação
O ritmo varia de acordo com a técnica e com cada organismo. A Dra. Isabelle orienta o seu caso em detalhes na consulta.
Tirar dúvidas no WhatsApp- ProcedimentoNormalmente ambulatorial, com anestesia local.
- Primeiras semanasCurativo e início da compressão.
- Meses seguintesInfiltrações, revisões e uso contínuo da compressão, conforme o plano.
- Longo prazoAcompanhamento por pelo menos 6 a 12 meses para detectar recidiva cedo.
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Um caminho claro, com acompanhamento da equipe em todas as etapas.
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Planejamento cirúrgico
Definição da técnica, exames, hospital e, quando cabível, laudo e documentos para o convênio.
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Dra. Isabelle Dolavale
Cirurgiã plástica com mais de 15 anos dedicados à reconstrução e reparação, formada em Medicina pela UNIRIO, com residência em Cirurgia Geral e Videolaparoscópica e especialização em Cirurgia Plástica pelo Hospital Central do Exército.
Atua em centros de tratamento de queimados de referência no Rio de Janeiro, o que traz uma visão apurada de cicatrizes, contraturas e casos complexos.
- Mais de 2.000 cirurgias reparadoras realizadas, dos casos mais simples aos mais desafiadores
- Membro Titular da SBCP · CRM-RJ 52.81712-0 · RQE 31651
- Formação integrada em cirurgia geral, videolaparoscopia e plástica
- Atendimento humanizado, do pré ao pós-operatório

O que dizem quem já foi atendido
“Pontos positivos: Pontualidade. Paciência ao explicar. Respondeu todas as minhas perguntas pacientemente, sem se importar com o tempo da consulta, que acabou sendo longo. Explica tudo e passa total confiança. Em todas as consultas que estive sempre tive o mesmo padrão de atendimento. Resultado excelente!”
“Excelente profissional. O atendimento foi perfeito!”
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Perguntas frequentes
O queloide da orelha volta?
Pode voltar, e por isso o tratamento é combinado e acompanhado.
Posso furar a orelha de novo?
Quem teve queloide deve evitar novos furos, ou conversar com o médico antes, pois o risco de novo queloide é alto.
A cirurgia dói?
É feita com anestesia local e o desconforto pós-operatório costuma ser leve.
O plano de saúde cobre?
Em muitos casos, a retirada de queloide com indicação médica tem cobertura. A consulta define.
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